O que registamos
Tudo o que se segue é algo que escreveram, algo que ativaram, ou uma simples contagem de como a app é usada. Nada mais é recolhido em silêncio.
Um endereço de email verificado por código, um primeiro nome e uma palavra-passe guardada cifrada e nunca legível por nós. Se quiserem, um número de telemóvel verificado para poderem recuperar a conta.
Recordações, fotos, planos, datas, as palavras que deixam um ao outro, objetivos, cápsulas do tempo, e as horas em que dizem estar normalmente livres, durante a semana e ao fim de semana. Este conteúdo só pode ser lido por vocês e, se estiverem emparelhados, pela vossa cara-metade. Para que a app nunca planeie uma noite a dois por cima de uma só vossa, o vosso telemóvel partilha também com o da vossa cara-metade as horas de início das vossas próprias saídas planeadas: só as horas, nunca o que são.
Só se ligarem a partilha. É visível apenas para a vossa cara-metade, desaparece assim que desligam o interruptor, e expira sozinha ao fim de vinte e quatro horas. A app nunca vos segue em segundo plano sem que saibam.
Só se o permitirem. O Pomia escreve as suas saídas planeadas e as vossas datas no calendário que escolhem no vosso telemóvel, e só relê os eventos que ele próprio escreveu, para os reconhecer depois de uma reinstalação. Nunca lê os vossos outros eventos, e nada do vosso calendário nos é enviado.
Só se aceitarem as notificações. É removido quando terminam sessão ou as desligam.
Que plano está ativo e quando expira. Nunca vemos os vossos dados de pagamento. A Apple no iPhone, ou o Google Play no Android, cobra e diz-nos apenas se correu bem.
Quando usam a importação de links, o link e a página pública por trás dele são lidos por um modelo de linguagem para os transformar em planos. Guardamos os planos, não guardamos a página.
Que ecrãs se abrem e que funções são usadas: o nome da ação, o momento, a versão da vossa app, ligados ao identificador da vossa conta para contarmos pessoas e não toques. Nunca o que escrevem, nunca uma foto, nunca um lugar. Diz-nos onde as pessoas ficam presas, nada mais.
No iPhone e no Android, o Pomia pergunta uma vez se pode medir que anúncio, se houve algum, vos levou a instalá-lo. Se disserem que sim, a AppsFlyer regista-o, com três passos: conta criada, cara-metade ligada, parte adquirida. No iPhone, a Apple confirma a instalação ao anunciante sem dizer quem são, e envia-nos a mesma confirmação anónima; no Android, o Google Play indica à AppsFlyer de que link vem a instalação. Nunca o vosso conteúdo, nunca o identificador publicitário do vosso telemóvel, que o Pomia não pede. Se disserem que não, nada sai; podem mudar de ideias a qualquer momento nas definições.
A Cloudflare conta que páginas deste site são visitadas, de que país e em que tipo de aparelho, sem cookies e sem reconhecer ninguém. Vemos totais, nunca uma pessoa.